Programação 2020

Bem vindos ao FestFoto Digital

13. FestFoto – Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre

Sexta-feira (7 de Agosto)

19h – Abertura oficial do FestFoto Digital 2020
Local: Plataforma Zoom
A Fundação Iberê Camargo e a Coordenação do FestFoto recebem curadores, patrocinadores e artistas convidados da 13a edição.

19h30  – A Coordenação do FestFoto apresenta o Portal FestFoto e seu conteúdo para 13a edição do festival com o tema Emergências do Sul Global e inaugura as Exposições Digitais do FestFoto 2020 apresentando as videoexposições Solidão, de José Diniz(RJ) e Eles estão nos marcando, de Cristóbal Olivares (Chile).

19h45 – FotoFesta – Projeção dos trabalhos dos(as) finalistas gaúchos(as) da Convocatória FestFoto 2020 que compõem a exposição Fotograma Livre 2020:
Para Lugar Nenhum, de Leandro Selister – Com imagens “fictícias” construídas a partir de cenas reais, o trabalho discute o tema da mobilidade social e urbana. As imagens foram capturadas com smartphone nas cidades de Porto Alegre e São Paulo e a edição foi feita exclusivamente com aplicativos específicos para estes aparelhos. Enquanto proliferam alternativas tecnológicas, a negligência dos problemas sociais impedem o acesso a estas alternativas e acabam gerando mais exclusão e esgotamento das cidades.
Letters to Ultramarines, de Gustavo Balbela – O gaúcho Gustavo Balbela faz um inventário de paisagens que retratam o desconforto de uma classe média urbana que vê sua herança cultural importada de outros países ser corroída pela falência das promessas do consumo. Nesse vácuo, ele tenta estabelecer uma nova cartografia que ajude a enfrentar a sensação de falência.
A Forma da Terra, de Fernanda Chemale  – A forma da Terra também é motivo de inquietação da fotógafa gaúcha Fernanda Chemale. A partir de postagens de amigos sobre viagens, ela explora paisagens pela câmera do google e produz imagens com o seu celular, encontrando a marca da passagem humana na superfície do planeta.

A última projeção da noite é Branco Galático, de Cristiano Sat’Anna, um dos trabalhos selecionados para receber o Apoio Cultural Itaú, nas Leituras de Portfólio 2020. O trabalho foi realizado durante o período de quarentena e isolamento social, e nele o fotógrafo gaúcho pesquisa o desbotamento de objetos de diferentes níveis de importância e significados, trazendo uma abordagem diferenciada nesse momento de limitação de espaços físicos e emocionais.

Sábado (8 de Agosto)
Local: Plataforma Zoom com transmissão ao vivo pelo facebook

PALESTRAS

NÚCLEO EXPOSITIVO EMERGÊCIAS E TERRITÓRIOS

17h – Palestra – Território Minas
Com os autores Julia Pontés, Pedro David, Rodrigo Zeferino e João Castilho e a convidada Verônica Stigger(SP) (escritora e crítica de arte)

18h – Palestra – Território Mapuche
com o autor Pablo Piovano e o convidado Maxi Goldshmitdt (jornalista, Argentina).

Domingo (9 de Agosto)
Local: om transmissão ao vivo pelo Facebook e Youtube

14h – FotoFesta – Projeção dos trabalhos dos finalistas internacionais da Convocatória FestFoto 2020 que compõem a exposição Fotograma Livre 2020:
Ciro Batilloro (Itália), Vitor Queiroz (Australia), Martin Tscholl (Alemanha) e Alain Schroeder (Bélgica). 

NÚCLEO EXPOSITIVO EMERGÊNCIAS E CONFLITOS

18h – Palestra
A visualidade dos protestos no Cone Sul, com a curadora Cora Gamarnik(Argentina) e autores convidados
Eles estão nos marcando, com Cristóbal Olivares (Chile)

Segunda (10 de Agosto)
Local: Transmissão ao vivo pelo Facebook e Youtube

17h – Palestra
República de bananas, com Shinji Nagabe (Brasil)
Convidado – Felipe Abreu (Brasil)

19h – FotoFesta – Projeção dos trabalhos dos finalistas internacionais da Convocatória FestFoto 2020 que compõem a exposição Fotograma Livre 2020:
William Clavijo (BR)Mateus Gomes(BR), Nilmar Lage (BR), Valdir Machado (BR), e Junior Franco (RJ)

Terça (11 de Agosto)
Local: Transmissão ao vivo pelo Facebook e Youtube

19h – Palestra
Tupinambás, com Zeca Linhares
Mediação – Carlos Carvalho

20h – FotoFesta – Projeção dos trabalhos dos finalistas internacionais da Convocatória FestFoto 2020 que compõem a exposição Fotograma Livre 2020:
Daniel Orlando (MX), Guilherme Bergamini, Fernanda Aramuni (Uruguai), Maíra Erlich (BR) e Sylvia Sanchez (BR)

Quarta (12 de Agosto)
Local: Transmissão ao vivo pelo Facebook e Youtube

18h – Palestra
Solidão, com José Diniz
Mediação – Sinara Sandri

19h – Mesa de debate – Fotografia Cubana Contemporânea
Wendy Watriss – FotoFest/Houston
Lisette Rios – Diretora da Fototeca de Cuba
Com a participação dos artistas e apresentação das obras de Alfredo Saravia, Ailen Maleta, Irolan  Maroseli e Adrian Milanez
Provocadora: Sinara Sandri


NÚCLEOS EXPOSITIVOS DO FESTFOTO DIGITAL

Vídeoexposições

NÚCLEO ABERTURA
Revolução Farroupilha – de André Penteado (SP)
Eles estão nos marcando – de Cristóbal Olivares (Chile)

Clique aqui para acessar o vídeo com os dois trabalhos

NÚCLEO FOTOGRAMA LIVRE

O Fotograma Livre é uma convocatória internacional que reúne a produção de artistas de diferentes tendências e com trabalhos em diversos estágios de desenvolvimento.
Em 2020, o FestFoto provocou estes autores e autoras a produzirem imagens relacionadas às emergências contemporâneas. As situações limite, negligências estruturais e também o que emerge como solução. Nesse sentido, as obras abordam as emergências ambientais e a relação predatório do ser humano com o espaço, o desconforto da paisagem urbana e a catástrofe do esgotamento social, político e econômico das cidades. As obras também fazem aparecer a construção da solidariedade, a experiência da reinvenção do corpo e de identidades que extrapolam fronteiras nacionais e etárias.    

Videoexposição 1 – Dez trabalhos:
Este vídeo apresenta dez dos vinte finalistas:

Martin Tscholl (Alemanha)
Neste primeiro bloco, começamos com o trabalho do alemão Martin Tscholl, pesquisador do Museu de História Natural de Berlim onde estuda a percepção cultural da natureza. Na fotografia ele aproxima imagens de montanhas, glaciares e formações rochosas para recompor a nossa relação com a natureza, enfrentando essa dicotomia que está na base do que se convencionou chamar de humanidade e nos colocou como elemento externo ao ambiente.    

Fernanda Aramuni
Do outro lado do oceano, a uruguaia Fernanda Aramuni explora a paisagem como um território metafórico. Em uma espécie de deriva, ela explora relações intuitivas com a natureza em experiências que deixam emergir formas imaginárias de uma paisagem desmontada e incompleta.

Fernanda Chemale
A forma da Terra também é motivo de inquietação da fotógafa Fernanda Chemale. A partir de postagens de amigos sobre viagens, ela explora paisagens pela câmera do google e produz imagens com o seu celular, encontrando a marca da passagem humana na superfície do planeta.  

José  Diniz (BR)
O carioca José Diniz venceu a convocatória 2020 com Solidão, um retrato do desmatamento amazônico. Árvores protegidas por lei são poupadas do abate mas sofrem com o isolamento. O trabalho localiza estas sobreviventes em imagens do Google Earth que dão uma evidência gráfica das estradas que orientam a derrubada de árvores.
 
Mateus Gomes (BR)
O próximo trabalho é Escombros, de Mateus Gomes, um jovem fotógrafo do Rio de Janeiro que retratou as ruínas das famílias afetadas por um processo de desapropriação de terra no município de São João da Barra para construção de um complexo industrial. Dez anos se passaram e os antigos moradores ainda não foram indenizados.

Nilmar Lage (BR)
O tema da expulsão de populações rurais e urbanas também é tratado por Nilmar Lage em uma série de casos de despejo provocados pela expansão de atividades econômicas sobre terras de quilombos ou por crimes ambientais o rompimento da barragem mineradora em Mariana.    

Alain Schroeder (Bélgica)
Esse bloco se completa com o fotojornalista Belga Alain Schroeder. A série Saving Orangutans apresenta o resgate e salvamento de orangutangos na Indonésia e, pela relevância, tem sido nomeada para inúmeros prêmios internacionais. Os animais são ameaçados pela expansão de cultivo de palma e pelos maus tratos da população local. O autor explora o comportamento humano capaz de crueldade e dedicação extremas a uma espécie muito próxima a nossa, sendo uma excelente oportunidade para pensar onde se rompe a relação dos seres humanos com a natureza.
Este primeiro vídeo se completa com três autores que trabalham a experiência da paisagem.

Jenia Fridlyand (Estados Unidos)
A moscovita Jenia Fridlyand enxerga a visualidade de Cuba com o mesmo traço fatalista que experimentava na sua infância na União Soviética. Dois lugares muito distintos, mas que para a autora estariam marcados pela mesma sensação de imprevisibilidade.  

Gustavo Balbela (Brasil)
O brasileiro Gustavo Balbela faz um inventário de paisagens que retratam o desconforto de uma classe média urbana que vê sua herança cultural importada de outros países ser corroída pela falência das promessas do consumo. Nesse vácuo, ele tenta estabelecer uma nova cartografia que ajude a enfrentar a sensação de falência.    

Daniel Orlando (México)
Completamos este bloco com o mexicano Daniel que aborda mitos e lendas da cidade de Parras de La Fuente, no norte do México. A partir da tradição oral da população, as imagens montam um quebra-cabeça em uma narrativa que mescla ficção e realidade.
Acesse a videoexposição aqui

Videoexposição 2 – Dez trabalhos:

Corpos emergentes

Sylvia Sanches (BR)
Sylvia Sanches usa o próprio corpo para criar cenas que deslocam objetos cotidianos. As fotografias congelam frações de absurdo que geralmente nos passam despercebidas. Os gestos dessa vida ordinária são subvertidos e rompem as barreiras do normal. Em uma narrativa quase fantástica, a autora questiona a funcionalidade que domina a grande zona de conforto que é o nosso ambiente doméstico.

Maíra Erlich (BR)
O trabalho de Maíra Erlich é parte de um projeto fotográfico que está em desenvolvimento. A autora enfrenta o próprio medo do envelhecimento para contar uma história sobre pessoas que estão mudando a forma de compreender a passagem do tempo. O tema ganha importância e as imagens testemunham a possibilidade de reinventar de forma permanente a própria vida.

Júnior Franco (BR)
Júnior Franco embaralha a imagem real e idealizada do corpo. A partir de releituras fotográficas de obras de arte, o autor dialoga com o conceito de sagrado e discute questões contemporâneas como preconceito, desigualdade e a obsessão pelo corpo ideal. Em cores saturadas e altos contrastes, ele esconde e revela corpos entre vestes e cenários, criando uma “imagem outra”, carregada de novos significados.

William Clavijo (BR)
O cotidiano de três famílias no pequeno povoado no litoral do Uruguai é o tema do ensaio Barrio Las Malvinas. Os cerca de sessenta moradores encontraram no local a oportunidade de mudar de vida. Ao deixar os centros urbanos, optaram por uma rotina onde precisam construir tudo. Nesta experiência radical de auto-sustentação, tudo depende da comunidade desde a construção das próprias casas até o suprimento de água e energia.  

Ciro Batilloro (Itália)
Do outro lado do mundo, a intimidade de uma comunidade também é tema para o fotógrafo italiano Ciro Batilloro. Em Rione Sanitá, Ciro recupera a história dos moradores de uma ocupação em Nápoles. A antiga residência da aristocracia de Nápoles do século XVI serve como abrigo para imigrantes e populações vulneráveis de distintas origens. O espaço mescla vivências e mistura espaços públicos e privados revelando um mundo que pode ser belo e também extremamente difícil.
 
Vitor Queiroz (Autrália)
A vida e os conflitos do jovem Cairo são acompanhados pelo fotógrafo Vitor Queiroz. Nascido no Egito, ele vive desde criança como refugiado em um dos bairros mais gentrificados de Sidney. Aos 21 anos, o músico faz Hip Hop e tenta lidar com as sequelas da imigração que deixou alguns de seus irmãos para trás. As restrições aos estrangeiros e as dificuldades de integração são uma pressão constante para esta geração que mesmo imigrante já se sente australiana.

Valdir Machado (BR)
Com imagens realizadas no Deserto do Atacama, Fortaleza e Porto Alegre, o ensaio é um pequeno inventário cronológico da intervenção do Homem na história natural do planeta. Para o autor, a utilização predatória dos recursos naturais pode levar o Homo sapiens, espécie que está no topo da pirâmide alimentar e dotada de inteligência sem precedentes, a uma situação limite. Neste caso, a tendência é que sejamos reduzidos a zero.  

Leandro Selister (BR)
Com imagens “fictícias” construídas a partir de cenas reais, o ensaio “Pra lugar nenhum” O trabalho discute o tema da mobilidade social e urbana. As imagens foram capturadas com smartphone nas cidades de Porto Alegre e São Paulo e a edição foi feita exclusivamente com aplicativos específicos para estes aparelhos. Enquanto proliferam alternativas tecnológicas, a negligência dos problemas sociais impedem o acesso a estas alternativas e acabam gerando mais exclusão e esgotamento das cidades.

Eduardo Aigner (BR)
Eduardo Aigner faz um mosaico de imóveis disponíveis para venda em Porto Alegre. Mais que oportunidade de negócios, ele enxerga a crise econômica e a desesperança política inscrita nesta paisagem de abandono onde antigas e resplandecentes vidraças se tornaram apenas um painel opaco. As fotografias foram obtidas entre Junho e Dezembro de 2019 e postadas no Instagram do autor.
 
Guilherme Bergamini
Na primeira experiência do autor com imagens captadas em aparelho de telefone celular, o trabalho reúne fotografias produzidas enquanto caminhava pelas ruas de Belo Horizonte. A série constrói uma narrativa sobre a política brasileira. Entre o golpe que destituiu a presidência da República em 2016 e a eleição de seu sucessor, Guilherme observa. Os resquícios das ruas antecipam pistas sobre o desenlace para a confiança empenhada no discurso de posse do candidato vitorioso: Graças a vocês eu fui eleito com a campanha mais barata da história. Graças a vocês conseguimos montar um governo sem conchavos ou acertos políticos, formamos um time de ministros técnicos e capazes para transformar o nosso Brasil.   
Acesse a videoexposição aqui

NÚCLEO EMERGÊNCIAS – DO PESSOAL AO UNIVERSAL

Videoexposição com três trabalhos:

Transparências de Lar, de Ilana Bar (SP/Brasil)
Amapola, de Erick Peres (RS)
Quando sair, deixa a tranca fechada, de Francine Lasevitch (RS)
Acesse a videoexposição aqui

NÚCLEO TERRITÓRIOS
EMERGÊNCIAS: ESGOTAMENTO – RESISTÊNCIA E CONQUISTA

Videoexposição 1 – Território Mapuche, de Pablo Piovano (Argentina)
acesse a videoexposição aqui

Videoexposição 2 – Território Minas, coletiva com obras de Julia Pontés (MG), Pedro David (MG), Rodrigo Zeferino (MG) e João Castilho (MG)
acesse a videoexposição aqui

Videoexposição 3 –  Território Tupinambá, de Zeca Linhares (RJ)
acesse a videoexposição aqui

NÚCLEO EMERGÊNCIAS E CONFLITOS

Videoexposição 1 – República das Bananas, de Shinji Nagabe (PR)
acesse a videoexposição aqui

Videoexposição 2– Emergências (in)Visíveis nos protestos da América LatinaCuradoria de Cora Gamarnick (Argentina)
acesse a videoexposição aqui

Essa programação está no marco da versão digital do FestFoto 2020 mas o Portal FestFoto vai manter ao longo do ano, conteúdo com entrevistas, palestras, resenhas e apresentação de portfólios com fotógrafos(as) cujos trabalhos e obras dialogam com o tema Emergências do Sul Global para que o debate permaneça e o papel da fotografia como instrumento provocador e pesquisa das questões sociais, ambientais e políticas se amplie para o público em geral e para a comunidade fotográfica.

Sinara Sandri

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Daniel Sosa Debenedetti

Uruguaio nascido em 1971, o fotógrafo Daniel Sosa foi um dos criadores do Centro de Fotografia, em Montevidéu, onde ele atua como diretor desde 2002. Instituição dedicada à difusão da fotografia na América Latina, o centro mantém uma coleção de mais de 100.000 fotografias históricas do período entre 1840 e 1990, e mais de 30.000 imagens contemporâneas a partir de 1990 até os dias atuais.

Um dos editores da revista Sueños de la Razão, coordena permanentemente seis salas de exposições onde trabalha com fotógrafos contemporâneos do Uruguai e outros países estão expostos. Também produz um programa semanal de televisão, f/22, dedicado à reflexão e à promoção da fotografia.

A CdF organiza o Festival Internacional de Fotografia “MUFF” em um período de três anos, do qual Daniel Sosa é o diretor.