Celebrando os amigos

de 9 a 13 de maio de 2017

Apresentação

Nascemos multimídia na época em que nem nós mesmos imaginávamos do que realmente se tratava, ou melhor, onde isso ia dar. Mas sabíamos que as novas tecnologias tinham chegado para ficar e exposição de fotografia já não significava mais fotos na parede. Que expor e difundir já se confundiam na web que ainda estava para chegar. Isso foi em 2007 e de lá para cá vimos o PowerPoint dar lugar ao vídeo e o fotógrafo incorporar um programa de edição em seu notebook. As fotografias podiam ir a qualquer lugar, do centro para a periferia e vice-versa, bastava um projetor e a vontade de provocar o encontro. Era possível exibir 50, 60, 100 trabalhos de diferentes fotógrafo nacionais e internacionais e elevar cada vez mais o conteúdo do festival. Mas nós sempre queremos mais e decidimos falar sobre fotografia, memória e patrimônio, sobre livros de fotografia e o mercado editorial no Brasil e no mundo e até montamos uma biblioteca a cada edição, aberta ao público e doada sempre a uma instituição que trabalhe com educação visual. E percebemos que organizar leituras de portfólio era mais do que nunca uma tarefa de ampliar a visibilidade dos fotógrafos brasileiros e sul-americanos. Sim, expandimos nossas fronteiras, abraçamos o Mercosul e fomos ao velho continente e em terras norte-americanas. Tudo conectado em rede para conectar a todos, fotógrafos, curadores, pesquisadores, diretores de festivais, publishers, editoras, galerias. Mas também contemplamos exposições físicas e Porto Alegre pode ver as obras de Thomas Farkas, Luis Carlos Felizardo, Marc Riboud, Nair Benedicto, Ricardo Chaves e Sebastião Salgado. O FestFoto se insere na lista de eventos internacionais que a fotografia brasileira contemporânea organizou nos últimos dez anos. Somos um evento e somos prestadores de serviço. Somos multimídia e somos arte. Somos todos fotografia.

Foto: Anderson Astor

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